Planeta Esporte de servidor novo
10 Março 2008
Pois bem pessoal, o sistema blogger chegou a nosso limite, o que queriamos fazer com ele não era possível e resolvemos mudar para o wordpress como todos sabem. Este blog não será excluido, mas também não será mais atualizado, caso queira acessar o novo endereço entre em: http://www.planetaesporte.efcbrasil.com/
Muitos recursos novos estarão no ar, não posso prometer data ainda, mas o antigo problema já foi solucionado e já estamos no novo endereço.
Não perca tempo e seja nosso parceiro, faça parte de nossos projetos, que apesar de estarmos iniciando, temos muita vontade de levar o melhor conteúdo com seriedade e valorizar mais a imagem de nosso esporte.
Comunicado: Problemas com o blogger e wordpress
04 Março 2008
Queridos leitores, tive um pequeno problema no servidor aonde iria hospedar o novo Planeta Esporte, juntamente com os novos recursos. Ainda não sei o que está acontecendo, não consigo upar as imagens na galeria, está tudo instável, já estou com todos os dados prontos pra ir pra la mas infelizmente não esta sendo possível.
O wordpress não está importando o conteúdo do blogger, se alguém que tenha conhecimento em banco de dados, wordpress, coppermine e SMF se puder me ajude, aliás o que eu estou montando vai ajudar muito blogueiros esportivos e é um desejo meu.
Além disso não sei no que mexi la que agora não consigo reinstalar o wordpress no host. Pois bem ainda sou marinheiro de primeira viagem, então é normal que eu me enrole, mas me viro em tudo quanto é buraco que me meto, o problema é que esse buraco está bem fundo e não sei como sair.
Em breve o Planeta Esporte não ficará devendo em nada em muitos sites na internet. Um portal com notícias atualizadas diariamente, podcasts, rádio on-line. Assistir os principais canais de tv na telinha do blog ou debater assuntos com os comentaristas em nosso fórum, fora a melhor galeria de mais de 70 modalidades esportivas atualizadas diariamente.
Mas infelizmente isso só será possível depois de arrumar essa m***a.
Será que dessa vez o chapolim aparece pra me ajudar?
Forte abraço a nossos queridos leitores.
Natanael Garcia - Administração
Rio de Janeiro: a diva maior do Brasil
01 Março 2008
A história da diva maior do Brasil remonta aos primórdios do descobrimento. Contam os missivistas que uma missão portuguesa comandada por Gaspar de Lemos saiu de Portugal em 1501 e, em 1º de janeiro de 1502 avistaram a Baía de Guanabara. Imaginaram ser ali a foz de um rio. Por isso, chamaram a região de Rio de Janeiro.
Com o tempo, o lugar fora tomado por franceses. Liderados por Nicolas Durand de Vilegagnon, vieram atraídos pelo pau-brasil. Com o tempo, estabeleceram uma colônia, a França Antártica. Mas os portugueses iniciaram um gradual processo de expulsão.
O sobrinho do então governador-geral Mem de Sá, Estácio, chega à localidade em 1º de março de 1565. Funda o povoado de São Sebastião do Rio de Janeiro no espaço entre os morros Cara de Cão e Pão de Açúcar. E atua já na fase final de banimento dos franceses
A batalha não foi fácil, visto que os estrangeiros tinham o apoio dos índios tamoios. Com o suporte das esquadras de Cristóvão de Barros e dos comandados do tio, Estácio lança-se nas batalhas de Paranapuã e Uruçu-mirim, quando é atingido no olho por uma flecha envenenada. Morre um mês depois.
Com a morte do fundador, Mem muda o epicentro das coisas da Urca para o Morro do Castelo com o objetivo era melhor se defender. A administração da cidade passa a ser de outro sobrinho seu, Salvador Corrêa de Sá. É o início de uma dinastia que duraria cem anos.
A era do ouro do século XVIII fez do Rio a cidade mais importante do país, porque se tornara o principal porto de escoamento de ouro e diamante. Tal primazia incrementou a economia local, porque o porto também recebia escravos e manufaturados. Dessa forma, em 1763, o Rio substitui Salvador como capital da colônia. Permaneceu como centro político também do Império e das primeiras fases da República até a fundação de Brasília, em 1960.
Nesse meio-tempo, em 1834, a capital separou-se da província, e Niterói vira capital do estado. Com a ascensão de Brasília, a cidade passa a ser estado da Guanabara, condição que perdurou até 1975, quando o regime militar determinou a reunificação do Rio ao estado.
Com o passar do tempo, o Rio perdeu para São Paulo a importância econômica e parte da política. Mas com ela divide a primazia cultural e esportiva. O Rio é a terra de grandes heróis olímpicos do passado e do futuro. Carlos Arthur Nuzman foi levantador da seleção masculina de vôlei nos Jogos de Tóquio. Não subiu ao pódio, mas sua atuação como dirigente fez do vôlei brasileiro a potência que conhecemos hoje... sob a batuta de outro carioca, Bernardinho Rezende. No meio do caminho do ouro, exploramos a prata, com Bernard, criador do saque jornada nas estrelas, passamos por Alexandre Samuel, o Tande, Marcelinho e André Nascimento.
No vôlei de praia, evocou sua face pioneira: as amazonas desbravadoras de medalhas: Jaqueline e Sandra; Mônica e Adriana. Sob o vento e sobre as águas, reinam Marcelo Ferreira – bicampeão olímpico ao lado de Torben Grael - e Ricardo “Bimba” Winick, que ficou fora do pódio de Atenas por muito pouco.
Na ginástica, o Rio nasce com Tatiana Figueiredo, Soraya Carvalho e Luiza Parente, que não tiveram a sorte de navegar no furacão Ostapenko, impulsionador do esporte no país. A tempestade ucraniana dá ao Rio dimensões amazônicas com o talento – e as lindas lágrimas – de uma princesa chamada Jade.
A Cidade Maravilhosa é eterna candidata a receber grandes eventos importantes. Ganhou na raça o Pan de 2007, que tinha San Antonio (EUA) como grande favorita. Tudo porque tem sede de receber uma olimpíada. Entrou na disputa para 2004, 2012 e perdeu logo de cara. Mas espera ir mais longe no páreo de 2016. Para isso, utiliza-se da boa receptividade da competição continental e da condição de cidade brasileira mais conhecida no mundo.
Foto Rio: Papo de Bar
Foto Jacqueline: Arenasports
Foto Bernardinho: Globo.com
Judô terá mais competições; Rio será sede de Grand Slam
29 Fevereiro 2008
A Federação Internacional de Judô mudou o seu sistema de competição. Agora, o esporte passa a se parecer com o tênis: vai ter ranking e duas classes de torneios, cujo valor é definido por premiação
Os Grand Prix acontecerão em cinco sedes – Pequim (China), Hamburgo (Alemanha), Dubai (Emirados Árabes), Roterdã (Holanda) e Las Vegas (EUA) - e darão prêmios de até US$ 100 mil. Os Grand Slam valem US$ 150 mil e terão como anfitriões Rio, Paris, Tóquio e Moscou. Ao final da temporada, haverá o World Masters com os melhores do ano.
A idéia é excelente, porque valoriza o judô. Uma única competição por ano deixou o esporte numa sombra. E a luz só se fazia enxergar em uns poucos lugares e nas Olimpíadas.
E aí, ele faz par também com o vôlei, que ganhou notoriedade maior depois da Liga Mundial. Tanto é verdade que depois dela houve a necessidade de mexer nas regras, para ficar mais ao gosto das emissoras de TV:
- acabou o sistema de set até 15 pontos, em que só fazia ponto quem sacava, e passou a vigorar o de set até 25 pontos e ponto a toda hora
- a criação do líbero, o melhor defensor do time, que deixou o jogo mais dinâmico.
Agora, Tiago Camilo, João Derly e companhia aparecerão mais.
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O Clube Hípico Santo Amaro, em São Paulo, será palco da seletiva olímpica de hipismo na modalidade de adestramento. A competição acontece entre 13 e 16 de março.
Para conseguir o índice olímpico, os cavaleiros têm de obter 64% de aproveitamento.
No Pan do Rio, o time formado por Renata Rabelo, Luiza Tavares e Rogério Clementino ganharam a medalha de bronze, atrás de Estados Unidos e Canadá. O país não ganhava uma medalha na modalidade desde os jogos de Caracas, em 83.
Foto Tiago: Globo.com
Foto Renata, Luiza e Rogério: UOL.
Débora Nunes é bronze em Pequim
28 Fevereiro 2008
A lutadora de taekwondo Debora Nunes fez boa participação no Good Luck Beijing, evento-teste para a Olimpíada.
A gaúcha ficou com a medalha de bronze em torneio da categoria até 57 kg. Ela derrotou a chinesa Huang Ting por 4 a 1 e foi à semifinal, onde perdeu para a também chunesa Zhang Hua. Na disputa do terceiro lugar, fez 3 a 2 na francesa Maeva Musso.
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Ta ficando cada vez mais difícil o Brasil conseguir vaga na classe Tornado de vela. Bruno di Bernaldi e Mario Tinoco chegaram em 29º na quinta regata do mundial de Auckland e caíram 4 posições na classificação geral.
Pra se classificar, os brasileiros precisam ficar entre os quatro melhores ainda não qualificados aos jogos. Eles estão em oitavo.
Se esta fosse a última regata, iriam a Pequim Canadá, Nova Zelândia, Rússia e Áustria. Para chegar à zona olímpica, di Bernaldi e Tinoco precisariam superar ainda Ucrânia, Dinamarca e Porto Rico.
Já estão classificados: Argentina, Austrália, Bélgica, China, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Grécia, Itália, Holanda, Espanha e Estados Unidos.
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É duro para o brasileiro amante de basquete ler uma notícia dessas
Manu Ginobili, armador argentino astro do San Antonio Spurs, citou Argentina, Espanha e Estados Unidos como os grandes favoritos ao pódio olímpico. Diz ainda, por outras palavras, que a Lituânia corre por fora.
Nada de novo nesse tipo de opinião. Afinal, trata-se, respectivamente, dos campeões olímpico e mundial e dos astros da NBA.
Enquanto estes andam alguns degraus muito acima dos demais, o Brasil, com o passar dos tempos, rolou escadaria abaixo. Em tempos remotos, chegou até a ser campeão mundial. Na época de Oscar e Marcel, sempre estava rondando o pódio.
Hoje, corremos sério risco de nem irmos pra olimpíada.
Que dureza!
Foto: Terra/AP
Fabiana empata com Isinbayeva
27 Fevereiro 2008
Fabiana Murer igualou-se a Yelena Isinbayeva.
Em prova realizada no meeting francês de Clermont-Ferrand, as duas alcançaram 4,61m. A russa ficou com o ouro por ter alcançado a marca com uma tentativa a menos (duas, contra três da brasileira).
Fabiana tentou aumentar a sua melhor marca no salto com vara – 4,66 m, conseguidos em Paris, no ano passado. Mas não conseguiu ultrapassar os 4,71 desejados.
Isinbayeva também quis ir além: ansiava bater o seu próprio recorde mundial, indoor, de 4,95 m. Também não conseguiu. A russa Anastasiya Shvedova ficou com a medalha de bronze, por ter saltado 4,56m. O recorde mundial outdoor também é seu: 5,01m.
Fabiana e Isinbayeva são muito próximas. A brasileira é treinada por Élson Miranda, mas periodicamente faz intercâmbio com o treinador da russa, o ucraniano Vitaly Petrov. (entrevista antes do Pan) O próprio Miranda incentiva a experiência, porque Petrov ensina técnicas que ele mesmo desconhece.
Tudo começou em 2001, quando o treinador brasileiro convidou Petrov para uma clínica no país. O ucraniano revolucionou alguns recursos técnicos de Fabiana, como o jeito de segurar a vara e a forma de correr e saltar. Depois de um ano e meio de dura adaptação, os resultados começaram a aparecer.
Fabiana é a quarta colocada no ranking mundial. Em 2008, ela detém a décima melhor marca no salto com vara. No mundial de Osaka, ela terminou em sexto lugar. Outras grandes adversárias serão a tcheca Caterina Badurova, a russa Svetlana Feofanova (medalhas de prata e bronze no mundial de Osaka) a polonesa Monika Pyrek, a francesa Vanessa Boslak e a norte-americana Jennifer Stuczynski.
Foto Fabiana: AFP
Foto Isinbayeva: BBC
CBG tira de Jade um "momento feliz"
26 Fevereiro 2008
De nada adiantou os fãs votarem que nem loucos. Jade Barbosa não carregará a tocha olímpica.
Ela venceu – de muito – o nadador Thiago Pereira numa eleição pela internet. Mas o que era realidade virou retórica.
Ao contrário do que aconteceu na época de Atenas, a tocha não passará pelo Brasil. Mas em 11 de abril, um atleta brasileiro a carregaria em Buenos Aires. Jade seria a escolhida do público.
Ocorre que, no mesmo fim de semana, acontece a etapa de Cottbus, Alemanha, da Copa do Mundo de Ginástica Artística. Como teste para os movimentos que fará em Pequim, Jade participará ainda de outras quatro fases da competição.
Óbvio que as etapas são importantes para a preparação olímpica. Mas Cottbus poderia perfeitamente ser substituída pela American Cup (em inglês), que acontece a partir de primeiro de março no Madison Square Garden, em Nova York.
Além do mais, das grandes rivais de Jade, somente a romena Steliana Nistor participa de todas as etapas da Copa. As norte-americanas mais conhecidas chegam a desdenhar da competição. Vão somente nomes pouco conhecidos, como Chelsie Mammel.
Há quem ache carregar a tocha uma bobagem. Jade não concorda. Ela queria muito participar do evento. E será alijada de um “momento feliz” que ela tanto preza por uma incrível falta de sensibilidade da CBG.
Alguns poderosos precisam entender que atleta é ser humano, e não máquina. E felicidade também é importante para construir uma vitória.
Emanuel, campeão olímpico de vôlei de praia, será o seu substituto.
Foto: globo.com
Marcadores: Especial Jade, Ginástica Artística, Olimpíadas de Pequim